Corel Painter 12 – Ainda melhor

Painter12
Este é o primeiro post deste blog. Vou poupar o leitor de todo aquele blablabla de início de blog, e vou direto ao assunto.
Pra começar, vou falar um pouco da última e recém-lançada versão do sensacional Corel Painter. E, sim, é possível unir a palavra “Corel” e “sensacional” numa mesma frase. Esqueça o preconceito com a Corel, causada entre nós, designers de cachecol e óculos de armação espessa pelo famigerado Corel Draw. Corel Painter é outro papo.
O Corel Painter surgiu do velho Painter, criado por Mark Zimmer e Tom Hedges, fundadores da Fractal Design Corporation. O Painter já era de longe o melhor software de reprodução de mídias tradicionais no mercado, mas a sua versão 12 é uma enorme evolução em relação a todas as outras.
Não pretendo aqui esgotar o assunto, e muita gente melhor que eu escreveu avaliações completas. Eu conheço poucos dos recusos do Painter e francamente acho que ninguém precisa debulhar todas as ferramentas pra fazer coisas legais. Três pincéis bastam. Só vou contar algumas coisinhas que estão fazendo muita diferença para mim.
A décima segunda versão tem uma nova interface, mais concisa, com novos ícones, abas e paletas. Ganhou uma paleta com os pincéis usados recentemente e as categorias de pincéis foram reagrupadas, para eliminar categorias repetitivas.
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Mas a primeira grande inovação está “por dentro” do software. Finalmente, o Painter tem suporte a sistemas 64bit! Isso significa que agora ele pode acessar qualquer quantidade de memória que você tenha em seu computador (a versão 32 bit permitia ele utilizar no máximo 2 GB).
A segunda coisa, que também está “embaixo do capô”, é suporte multi-core. O Corel Painter 12 consegue utilizar todos os núcleos do seu quad-core, 8-core, 12-core e etc. Isso é especialmente notável quando se utiliza pincéis pesados como os de aquarela, que agora se tornaram muito mais ágeis.
Assim como o Photoshop CS5, o Painter melhorou a visualização das imagens em zoom. Nas versões anteriores, sempre que quisesse ver fielmente o que estava fazendo, tinha que ajustar o zoom para 100%. Qualquer outro zoom provocava serrilhado nas imagens (e isso dificultava bastante o fluxo de trabalho).
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Como nem tudo são flores, continuo tendo sérios problemas quando tento usar certos pincéis de aquarela. Os bugs chatos nos pincéis comuns de aquarela parecem ter sossegado, mas em compensação, estão com força total nos novos Real Watercolor. Em determinado momento, surgem quadrados escuros ou a imagem toda escurece de maneira irremediável. O bug apenas cessa quando reinicio o programa. Isso sem falar de quando ele resolve ser temperamental e inadvertidamente trava. Problemas associados exclusivamente ao Windows? Talvez. Mas com o Mac nos preços atuais, provavelmente nunca saberei.
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Bom, estas são as primeiras impressões. Pretendo fazer mais posts conforme descobrir mais coisas interessantes sobre o novo Painter.
;)

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2 Comentários

  1. Publicado 30 de outubro de 2011 em 19:23 | Permalink

    Olá, estou usando o Painter 12 para fazer aquarelas digitais. Os pincéis de aquarela melhoraram muito desde a última versão. Gostei do seu post.
    Se puder visite meu blog e veja meus trabalhos: http://cristinajaco.blogspot.com
    Abraços.

    • Max Vartuli
      Publicado 31 de outubro de 2011 em 7:45 | Permalink

      Olá Cristina!
      Os pincéis melhoraram mesmo. Com suporte ao multiprocessamento, ficaram muito mais ágeis.
      Gostei muito dos seus trabalhos! Parabéns!
      Abraço!

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